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idependente e bom!!
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O compositor Pedro Borges lança seu segundo CD, Ninguém é feliz sozinho, por seu selo Cambucá Music. Totalmente autoral, o disco aposta em uma sonoridade simples e simpática para mostrar a obra do artista. A base musical escolhida por Pedro é de voz, violão, percussão e guitarras. Daí tira seus acordes e mostra suas composições. O nobre sax de Zé Nogueira complementa três músicas e as congas do compositor cubano radicado no Rio, René Ferrer aparecem em Dar pra receber. De resto o ornamento dos arranjos fica a cargo do próprio Pedro (voz e violão), Marcos China (percussão) e Pedro Limão (guitarras). A música de Pedro Borges é uma mistura. Soma influências de um carioca plural, que descobriu o interesse através dos rocks dos Stones, Pink Floyd e Neil Young, mas se apaixonou pela brasilidade de Chico Buarque, Caetano Veloso e Paulinho da Viola. A voz bem colocada vem da bossa nova, mas Pedro enxerga nos sambas de Noel Rosa sua principal influência. Bom cronista como o sambista de Vila Isabel, fala sobre o cotidiano, a vida, liberdade e busca por novos caminhos. E dá licença pro amor, como pede na música que abre o CD. O título do CD vem da música Se Deus quiser. O disco traz composições interessantes como Pague pra ver, O que é que eu estou fazendo aqui? e Solteiro brasileiro estrangeiro. O currículo profissional de Pedro começa com bem sucedidas incursões pelo mercado financeiro. Depois que descobriu a música foi estudar canto e harmonia e começou a escrever as primeiras composições. A experiência foi enriquecida quando, trabalhando à frente do estúdio Mega, no Rio, conviveu com a nata da música brasileira. Juntando as bagagens acumuladas, abriu sua própria gravadora, a Cambucá Music. Ninguém é feliz sozinho aposta em uma simplicidade básica, pouco comum em tempos de facilidades eletrônicas. Pedro Borges faz sua música de maneira bem particular e própria. Soma influências para chegar ao seu próprio som, seu jeito de fazer música.
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(Sergio - fonte: Ziriguidum - Por Beto Feitosa)
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Categoria: SUGESTÕES DO DIA
Escrito por discotekacds@gmail.com às 19h47
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temple of the dog.
 O ano de 1990 parecia ser promissor para a jovem banda de Seattle Mother Love Bone. Uma tragédia, no entanto, mudou o rumo das coisas: a morte por overdose de heroína de seu vocalista, Andrew Wood, deixando na mão o baixista Jeff Ament e o guitarrista Stone Gossard. Como forma de seguir em frente, convidaram o guitarrista Mike McCready, veterano da cena local, e surgiu a idéia de gravar um disco em homenagem ao colega desaparecido. Nesse meio tempo, surge um candidato à vaga de Wood, o californiano Eddie Vedder, logo aprovado. O disco tributo concretizou-se quando dois integrantes de outra banda ascendente da cidade, o Soundgarden, resolveram entrar no projeto. Eram eles o vocalista Chris Cornell e o baterista Matt Cameron. Nascia o Temple Of The Dog. Trata-se de um projeto histórico em todos os sentidos. Foram as primeiras gravações lançadas oficialmente do que viria a ser o Pearl Jam. Também marca a junção de duas bandas que rapidamente entrariam no primeiro time do rock mundial. De quebra, nos proporciona o prazer de conferir dois grandes cantores, Eddie Vedder e Chris Cornell. Lançado em 1991, portanto, antes dos discos que fizeram a carreira das bandas nave-mãe dos integrantes decolarem, Temple Of The Dog estourou no ano seguinte, atingindo o quinto posto na parada americana e vendendo milhões de cópias. A rigor, o CD pode ser considerado como de hard rock, com fortes influências de Led Zeppelin e outras bandas dos anos 70. Algumas faixas, como Say Hello 2 Heaven e Reack Down , são bem extensas e com fartos espaços para solos e improvisos. A balada pesada Hunger Strike equivale a um dos grandes duetos vocais do rock nos anos 90, entre Cornell e Vedder. E as outras músicas são ótimas, também. Embora tenha durado apenas esse disco, o Temple Of The Dog entrou para a história não só do grunge, como do rock como um todo.
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(Sergio fonte blog Mondo Pop - www.mondopop.net - Fabian Chacur )
Categoria: CDGRAFIABASICA
Escrito por discotekacds@gmail.com às 16h41
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Bethania em dose dupla!
Dois discos temáticos sobre as águas gravados por Maria Bethânia têm lançamento programado para 7 de novembro. Embora editados simultaneamente, os dois CDs serão vendidos separadamente. Apesar do título que remete aos mares, Pirata é o disco sobre os rios, as águas doces, e foi gravado para o selo Quitanda, administrado por Bethânia em parceria com a gravadora Biscoito Fino. Já Mar de Sophia - que sai pela Biscoito Fino propriamente dita, fora do selo Quitanda - é o disco sobre o mar, as águas salgadas, e teve inspiração em versos da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen. Em Pirata, Bethânia entrelaça textos de Guimarães Rosa, João Cabral de Mello Neto e Fernando Pessoa com temas de domínio público, regravações (algumas de seu próprio repertório) e músicas inéditas como Sereia de Água Doce, de Vanessa da Mata. Como Brasileirinho, é um disco de memórias, em que a cantora viaja pelo universo folclórico e dá um mergulho afetivo nas águas dos rios do interior do Brasil. Pela ordem, as 14 faixas são Pedrinha Miudinha (domínio público) / História pro Sinhozinho (Dorival Caymmi), O Tempo e o Rio (Edu Lobo e Capinam), Os Argonautas (Caetano Veloso), Santo Amaro (inédita de Roque Ferreira e Délcio Carvalho, gravada com a participação do violonista Luiz Brasil), De Papo pro Ar (Joubert de Carvalho e Olegário Mariano), Sereia de Água Doce (inédita de Vanessa da Mata), Eu que Não Sei Quase Nada do Mar (Ana Carolina e Jorge Vercilo), A Saudade Mata a Gente (João de Barro e Antonio Almeida), Serenô (Antonio Almeida), Memória das Águas (inédita de Roberto Mendes e Jorge Portugal), Água de Cachoeira (Jovelina Pérola Negra, Labre e Carlito Cavalcante), Cantigas Populares (domínio público) / A Coroa (Humberto do Boi de Maracanã), Onde Eu Nasci Passa um Rio (Caetano Veloso) e Francisco, Francisco (Roberto Mendes e Capinam).
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Estamos aguardando!!! (Sergio - fonte blog mauro ferreira)
Categoria: O QUE VEM POR AÍ?
Escrito por discotekacds@gmail.com às 16h26
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